Evento realizado pelo colégio Master tem estimulado, ano a ano, a prática da modalidade esportiva em Sergipe

 

Praticada há pouco mais de 60 anos no Brasil, a ginástica rítmica – uma combinação de técnica de movimentos, terapia respiratória, de relaxamento e dança – já figura entre as modalidades com maior número de adeptas nas escolas sergipanas. É que, além do perfil recreativo, que agrada às pequenas, a GR pode trazer uma série de benefícios à saúde desde a infância, o que leva pais e escola a estimularem cada vez mais essa prática esportiva.

“A ginástica rítmica proporciona o aumento da força, flexibilidade, alongamento muscular, equilíbrio, coordenação motora e diversos outros benefícios, e pode ser praticada por crianças de todas as idades. É uma atividade completa e democrática”, destaca o coordenador de esportes do colégio Master, Antônio Francisco.

Tendo como principal objetivo incentivar a prática da modalidade, desde 2011, o colégio promove o Festival de Ginástica Rítmica, que reúne estudantes de 4 a 15 anos de idade num espetáculo de cores, talento e sincronia. Neste ano, o Festival contará com apresentações de cerca de 100 estudantes que prometem desafiar seus limites pessoais e encantar o público presente com um show de graciosidade.

“É um momento de descontração, de troca de experiências entre as ginastas e, ainda, uma oportunidade de aprendizado, já que teremos atletas em níveis distintos de prática da GR. É um verdadeiro espetáculo tanto para elas quanto para o público que prestigia o nosso evento”, ressalta a diretora Pedagógica dos Ensinos Infantil e Fundamental Master, Vaneide Mitidieri.

Durante o 7º festival de Ginástica Rítmica, as equipes de reportagem podem conversar com o coordenador de esportes Antônio Francisco e com os demais treinadores da modalidade sobre a importância da prática da GR no desenvolvimento motor dos praticantes, bem como enquanto atividade de lazer, integração social e desenvolvimento de aptidões que levam a uma maior autoestima e confiança das crianças. Além dos profissionais de Educação Física, os repórteres podem conversar com as atletas e, ainda, com os pais das mesmas sobre o assunto.

Fonte: Assessoria de Imprensa


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