Aracaju Fest Loading...
Aracaju Fest Loading...

Há temas que muita gente diz que não se discute. Política e religião são alguns deles. Mas tem assuntos também que, quanto mais se discute, mais se tem o que discutir.

Acho que a maternidade é um deles. Por isso, mesmo com tantos espaços por aí para tratar sobre o tema, resolvi embarcar nesse mundo digital e dividir com vocês um pouco da minha modesta experiência de 16 meses no assunto.

Espero que gostem e compartilhem com as mamães que você conhece!

As preocupações de uma recém-mãe

“Ser mãe não é fácil. Mas o sorriso no nosso filhote supera qualquer coisa”. Acho que essa é frase que nós mais repetimos quando conversamos com qualquer pessoa sobre o tema. As dificuldades da maternidade são inúmeras e começa não quando você está na sala de parto mas sim, no momento da descoberta da gravidez.

Os hormônios começam a ficar à flor da pele e a cabeça vai a mil com tantas coisas para providenciar. Decoração do quarto, escolha do enxoval, qual nome para o bebê, e quem serão os padrinhos, são apenas algumas das decisões a tomar. São muitas as dúvidas que permeiam o nosso coração.

Ah! Tem também as consultas e principalmente as ultrassons morfológicas, que pelo menos comigo, tiravam meu sono às vésperas, por medo e nervosismo de como seria o resultado. Graças a Deus Antônio, meu filhote de quem vocês vão ouvir falar muito por aqui, nasceu perfeito e cheio de saúde.

Passada a etapa da gravidez e das centenas de coisas que nós cuidamos e resolvemos, vem o grande dia. Você entra numa clínica e sai de lá com seu filho no colo. São tantas coisas que passam pela nossa cabeça em um intervalo de tempo tão pequeno.

Meu parto foi cesáreo. Antônio nasceu numa quinta, dia 29 de outubro de 2015, às 18h27. No sábado às 10h da manhã já estava de malas prontas para casa. E qual era minha principal preocupação? Será que eu vou saber cuidar de uma coisinha tão pequena e tão frágil? Eu conversava a todo tempo com minha mãe sobre isso, e ela me dava forças para que eu acreditasse em mim. Tive uma rede de apoio muito boa e fundamental para eu me descobrisse mãe, mas esse é assunto para outro post!

Os primeiros dias em casa foram tranquilos, com o papai e as avós por perto, mas todo o cuidado com Antônio, com exceção do banho, era eu que fazia. (Minha mãe não deixou eu dar banho nele até fazer um mês da cesariana, para não comprometer a cicatrização). E olha! Modéstia à parte acho que tenho me saído bem.

Passada a fase do primeiro ano, quando tudo é novo e mais complicado, posso dizer que o medo e a preocupação de não estar fazendo algo certo sempre batem à porta, mas com o tempo ganhei segurança para cuidar do meu filho, e acredito que tenho dado o melhor de mim para ele.

Por Maira Andrade


Responsive image

Responsive image

Responsive image

Responsive image
Responsive image