Quando uma criança nasce todo mundo fica se perguntando e afirmando com quem ela parece:

“É a cara do pai”, “O nariz é da mãe”, “Eita, que você só emprestou a barriga”.

Essas são algumas das frases mais comuns que ouvimos não só nos primeiros meses, mas ao longo da vida depois que nos tornamos mãe.

Com Antônio, enquanto ele era bebezinho, eu pouco via semelhança com ninguém. Comigo então não via nada. Mas todo mundo dizia que ele era a cópia do pai quando bebê. Com o passar do tempo ele realmente foi ficando cada dia mais parecido. Em fotos deles na mesma idade, ou em idades próximas era impossível distinguir quem era quem.

À medida que ele foi crescendo, as semelhanças na personalidade também começaram a aparecer. Os gostos pelas mesmas coisas também.

Essa semana, por exemplo, ele passou a tarde no trabalho do pai. Temos uma pequena empresa de estética automotiva, e para quem conhece bem meu esposo, sabe como ele fanático por cuidar de carros.

Antônio sempre que está por lá fica catando coisas para mexer. E não é que dessa vez ele pegou um vasinho com água, uma flanela, e começou a lavar o carro dele que fica guardado lá. O carro estava empoeirado e ele limpou todinho. E na maior alegria. Coisa linda de ver.

O pai, todo bobo, não se aguentou de orgulho. Filmou tudo e espalhou nos grupos da família. Mais uma vez a resposta de todos foi a mesma. “Quem não sabia que Antônio seria uma cópia em miniatura?!”.

Por enquanto tem sido mesmo, mas sabemos que muita coisa ainda vai mudar naquela cabecinha e que o mundo ainda vai lhe mostrar muita coisa.

Mas eu, enquanto mãe boba, fico toda feliz em ver minha cria se desenvolvendo, formando seus gostos e mostrando de pequeno quais serão suas paixões.


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