Sinônimo de mãe em tempos modernos é o Google. As dúvidas e pesquisas não acabam nunca. Quando nosso filho vai crescendo, a gente começa a pesquisar sobre a nova alimentação, brincadeiras e, claro, sobre comportamento. Nesse último quesito, de cara nos deparamos com artigos que falam sobre os “Terrible Twos” ou “Os terríveis dois anos”, mais conhecido como a adolescência do bebê. Uma fase nova e muito complicada que Antônio está enfrentando agora.

Quando comentei sobre algumas atitudes que o meu pequeno tem tomado em casa com as tias do Berçário, a pedagoga me alertou que, mesmo ele tendo um ano e oito meses, os sintomas do “terribles twos” já podem ter começado. Mas como tudo isso acontece? Lá foi a mãe curiosa e desesperada pesquisar no Google, e o que descobri foi mais ou menos o que as tias da escola já haviam me alertado.

Após a criança completar um ano e meio ela passa a se identificar como outro ser, com decisões e opiniões próprias. Assim, aprende a dizer não para muitas das coisas que lhe são ditas, e agindo de forma “bruta”, autoritária e mais independente. Isso pode durar até os três ou quatro anos de idade, por isso, é importante nós mães termos em mente alguns pontos sobre essa fase, que não é curta, nem fácil. Mas quem disse que seria fácil, né?!

Voltando para a minha realidade, estamos vivendo agora o seguinte momento: Antônio chora por tudo. Pra dormir, pra comer, quando quer algo. Tudo é não. Até quando é para ser sim ele diz não rindo. Seria cômico se não fosse trágico. Fora isso, ainda tem a rebeldia, jogar objetos longe e se jogar no chão, para reclamar ou até para se aparecer.

Tem dias que não sei como agir. Peço paciência a Deus e às vezes saio até de perto. Na hora de dormir, quando ele resolve que não está na hora ou que simplesmente não quer, chora tanto que soluça. Nesses dias o meu filtro é ativado, que deixo ele chorando até cansar. Não é uma coisa que eu goste de fazer, mas já vi que nessa fase não adianta muito consolar. Sem contar que muitas dessas atitudes só são feitas com a mamãe aqui. Com o pai, a conversa é outra e o comportamento geralmente, também.

O importante é sempre tentarmos nos acalmar e chamar a criança para conversar. Mostrar que aquelas atitudes não são corretas e tentar com calma, fazer o pequeno abrandar. Paciência é a palavra de ordem (mesmo que as vezes ela falte). Neste link você encontra um texto bem bacana do site Bebê.com, com alguns passos e pontos importantes que podemos seguir nesse processo. Até mais!


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