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Familiares da estudante Débora Mirachi acreditam que ela pode ter sumido por vontade própria. O veículo da vítima foi encontrado abandonado na rodovia José Sarney, em Aracaju, mas um ano depois, o desaparecimento da jovem ainda é um mistério para a Polícia Civil Sergipana. Não há conclusão sobre o caso, mas a delegada Tereza Simony, aguarda a chegada de um documento pericial que pode viabilizar a finalização do inquérito.

?Minha irmã tinha problemas de depressão profunda e bipolaridade. Acredito que ela quis sair por si só e programou tudo isso, pois ela sempre dizia que era direito dela escolher onde iria viver os seus dias de sobriedade?, comenta Isabel Mirachi, que é a irmã de Débora.

Isabel conta que os familiares acreditam na possiblidade de Isabel ser encontrada com vida. ?A gente não parou as buscas em nenhum dia. Foram espalhados cartazes em diversas cidades com mais de 40 mil habitantes. Se ela tiver um surto e entrar em algum hospital, alguém vai perceber e nos avisar. Acreditamos que uma hora ou outra ela vai voltar?, conta.

Para Isabel, a polícia sergipana fez o que poderia ter feito. ?A polícia fez um bom trabalho dentro da possibilidade dela. A polícia sergipana está preparada para investigar crimes e não para buscar desaparecidos?, opina.

Investigações

O inquérito que investiga o desaparecimento de Débora Mirachi pode ser finalizado com a chegada de um documento pericial solicitado pela delegada Tereza Simony do Departamento de Homicídio e de Proteção à Pessoa (DHPP).

?Estou esperando um documento de uma perícia e acredito que com a chegada dele, estarei concluindo esse inquérito?, explica a delegada. ?Não posso dizer que houve crime ou morte, porque o corpo não apareceu. O que temos é o desaparecimento. A gente trabalha com algumas probabilidades e probabilidades não são certezas?, completa.

Fonte: infonet.com.br


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