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Aos 63 anos, Marcelo Rezende vive o melhor momento profissional desde iniciou a carreira jornalística, há cerca de 40 anos. Quem garante é o próprio apresentador, que acaba de renovar o contrato com a Record, onde comanda desde há dois anos o “Cidade Alerta”. “Quando eu fui pro ‘Cidade’ pensei: não vou pra isso não, são três horas e meia em pé. Mas eu falei: ‘ok, vou fazer do meu jeito’ e me falaram: ‘não pode ser assim, fazendo brincadeira, é um programa sério’. Então, ou fazia do meu jeito ou punham outro no meu lugar”, lembra. “E meu programa é um fenômeno: fui repórter investigativo, depois fiz o ‘Linha Direta’, na Globo, depois na Rede TV! batia todo mundo, só ficávamos atrás da Globo. Aí, de primeiro, o ‘Cidade’ dava 17 pontos de audiência. Hoje, dá 9, 10, mas o reconhecimento é o melhor e maior de toda a minha vida. As pessoas tinham medo de mim, agora, elas sabem que vou contar uma piada”.

E o estilo bem humorado de comandar um programa policial não rende frutos só para o apresentador. Recentemente, dois discípulos de Rezende ganharam visibilidade: Fabíola Gadelha, que virou apresentadora do “Balanço Geral Manhã”, na Record, e Luiz Bacci, que assinou com a Band para comandar o “Tá Na Tela”.

Sobre Fabíola, Rezende é só elogios. “Evidentemente, ela está em processo de adaptação. Mas digo que ela é uma força da natureza. Só conheci um sorriso como o dela na vida, o da Fafá de Belém. Agora, com todo esse talento e simpatia, ela tem tudo para conquistar o público. As pessoas querem alguém de carne e osso, não um boneco”, comenta. “Eu também sou assim, 10% preocupação e 90% alegria”.

Sobre Bacci, o jornalista capricha na análise: “não consigo ver o Bacci porque estou trabalhando nesse horário, mas vai demandar tempo pra ele fazer uma sintonia com o telespectador num horário difícil, de muita entrada de novela e ele tem que enfrentar. Acredito que vai engrenar, só disse pra ele: ‘tira um pouco de vermelho pra minha avó enxergar’. Ele me liga três vezes por dia. Falo que temos que ter uma linha direta de tanto que a gente fala. Mas a Record não me paga para dar palpite na Band.

O tom de Rezende é de brincadeira mesmo quando o assunto é a concorrência. E ele não poupa as alfinetadas: “O pessoal da Globo fica me assistindo e fazendo igual”, fala, sobre a forma mais leve que a emissora concorrente tem adotado nos programas jornalísticos, como o “Bom Dia São Paulo”, com Rodrigo Boccardi.

Fonte: IG Gente


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