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Entenda por que muita gente não quer que o suiço venha com seus cursos que desrespeitam as mulheres para o Brasil:

Você deve ter visto a petição na sua timeline. Mulheres que fazem parte de movimentos feministas brasileiros se organizaram para pedir que o Governo proibisse a entrada do suíço Julien Blanc no país. Deportado da Austrália na semana passada, o cara é famoso por dar cursos a outros homens sobre como conquistar mulheres desrespeitando e usando violência física. Sim, infelizmente, foi exatamente isso que você leu. Julien chegaria ao Brasil em janeiro, para dar palestras em Florianópolis e no Rio de Janeiro.

A petição online “Polícia Federal Brasileira e Itamaraty: Neguem a entrada de Julien Blanc no Brasil” já teve mais de 250 mil assinaturas (até agora) e fez com que o Itamaraty, órgão do governo que concede visto e passaportes pra estrangeiros, sinalizasse com a possível proibição. A gente ainda espera uma posição oficial da diplomacia nacional.

MAS QUAL É A DO CURSO?
Julien tem 25 anos e trabalha na empresa Real Social Dynamics. Ele se vende como um “artista da sedução”, tipo aquele personagem do Will Smith no filme Hitch, O Conselheiro Amoroso. Só que em uma versão do mal. Na página pessoal dele, Julien explica, com uma chocante falta de constrangimento, como funcionam suas táticas que ele mesmo chama de “inapropriadas, ofensivas, mas efetivas”. É horrível.

Dentre as dicas, Julien defende beijar garotas a força, obrigá-las a fazer sexo oral, diminuir a autoestima das vítimas, tudo para “despertar a prostituta que existe dentro delas”. Sim, ele usa essas palavras. No Brasil, os cursos custariam mais de R$ 6 mil e seriam dados em locais sigilosos.

Fonte: Capricho


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