© Facebook Banda The Killers

Foi com a faixa The Man, do disco Wonderful Wonderful (2017), que o The Killers deu início ao show da noite deste domingo, apresentação responsável por encerrar o Lollapalooza 2018. A banda americana, há pouco mais de 15 anos na estrada, bebeu sem modéstia de sua principal fonte de inspiração, os animados anos 1980. Desde o figurino do charmoso vocalista Brandon Flowers, com lapelas estampadas com uma paisagem em paetês — seguido por um blazer dourado no bis –, até o característico som do grupo, que apostou em um repertório com faixas que viajaram entre seus cinco discos: Hot Fuss (2004), Sam’s Town (2006), Day & Age (2008), Battle Born (2012) e o mais recente, Wonderful Wonderful.

Foram responsáveis por levantar a plateia as faixas Somebody Told Me, entoada logo no começo da apresentação, The Way it WasShot at the NightHumanRead My Mind e All These Things That I’ve Done.

Para For Reasons Unknown, a apresentadora do Multishow Dedé Teicher foi convidada pelo vocalista a assumir a bateria, tarefa que ela concluiu com louvor. Enquanto na balada A Dustland Fairytale, os americanos aceitaram a ajuda da plateia, que acendeu seus celulares e entoou a letra juntamente com os músicos.

O hit absoluto do grupo foi guardado para o final, no bis. Mr. Brightside alcançou, como sempre, o auge da noite.

 Esta é a quarta passagem do The Killers pelo Brasil, sendo a segunda nos palcos do Lollapalooza. E, como a visita anterior no festival, o grupo não deixou a desejar. Com o perdão da breguice dos anos 1980, aqui vale o chavão: a banda fechou o evento com chave de ouro. 
 

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