Com relação ao pronunciamento do Pastor Antônio dos Santos, Ana Lúcia lembrou que a Emenda Constitucional de 2003 não proíbe o aporte dos poderes para resolver o problema do déficit previdenciário, que, aliás, além da Bahia, outros Estados já estão assumindo esta responsabilidade. O grande prejuízo para os funcionários do poder Executivo é a questão do Limite Prudencial da LRF, que só é contabilizado pelo Executivo, livrando todos os outros poderes. “Esse é o cerne da questão”, destacou Ana Lúcia, frisando que na próxima segunda-feira, no grande expediente, irá pautar este debate na medida em que, nesta quinta-feira, 23, não houve grande expediente.