No palco Clemilda ou no coreto, adultos e crianças se divertem ao som do tradicional forró pé de serra

A programação, as variadas comidas típicas e a segurança do local levaram famílias inteiras e turistas à Orla da Atalaia prestigiar a 11º edição do Arraiá do Povo, em Sergipe. O evento continua sendo uma das atrações mais belas do São João em Sergipe. Os bares, restaurantes e barracas de artesanato estão sendo cada vez mais procurados. Adultos e crianças prestigiam a festa que já é tradição no estado.

Tereza Mendonça, 59 anos, que participa de todas as edições desde o começo, compareceu à segunda noite do evento, que compõe o Encontro Nordestino de Cultura, acompanhada de toda sua família. “Não quero que esta festa acabe nunca porque é um ambiente tranquilo para trazer as crianças e a família. Este ano está sendo maravilhoso”, comenta enquanto aponta o coreto, o palco e as barracas de comidas típicas.

Enquanto Jussara, 43 anos, conta ser a primeira vez que vai ao evento, garantindo que voltará ano que vem porque é “organizado, bonito e animado”.  A sua neta de 5 anos, Janaina, insiste em dar a sua declaração. “Eu vou pedir pra minha avó me trazer outros dias porque gostei muito”, diz sorrindo e comentando sobre como sua irmã mais nova ficou observando a estátua humana que circula pelo espaço.

Diogo Tavares é de Maceió e está pela primeira vez em Aracaju, acompanhado de sua esposa. “Gostei muito das apresentações do coreto. É uma festa pacífica, com atrações muito boas, e ano que vem estarei aqui novamente. O São João em Sergipe está de parabéns”, reconhece Diogo.

Comidas

O Arraiá do Povo é composto de uma representação muito forte da gastronomia do nordeste. Neste ano, conta com várias opções de alimentação, como o estande com doze barracas de comidas típicas e mais seis restaurantes. Outra atração é uma bodega com várias bebidas, localizada próximo ao Coreto e à igreja cinematográfica.

Como evidenciou Plínio Marcos, que trabalha com a sua família há três anos neste grande encontro, junho é o mês mais esperado do ano, não só pelos festejos juninos que o caracterizam, mas também por causa das suas comidas típicas.  “Caruru, arroz doce, mungunzá, bebidas de todos os tipos e demais comidas típicas, mas pra mim, o carro chefe daqui é o bobó de camarão”, pontua Plínio, que deixa claro que, apesar de ser cansativo passar vários dias seguidos trabalhando, é muito gratificante fazer parte dessa tradição no mês em que o forró é ainda mais enaltecido.

Os doces também não ficam de fora, segundo Valdeci – que integra o evento há oito anos – os sergipanos e turistas adoram os doces caseiros. “O que me deixa mais feliz é ver todo mundo gostando do que faço. Aqui é uma excelente oportunidade para a gente vender e também se divertir com as apresentações”, declara.

Fonte: Secult


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