Encontro teve como foco apresentação das necessidades do Estado nas reformas que serão custeadas pela empresa

Discutir as prioridades e necessidades das unidades culturais que serão beneficiadas pela reforma custeada pelas Centrais Elétricas de Sergipe (Celse). Este foi o objetivo da reunião realizada na manhã desta quarta-feira, 27, na Secretaria de Estado da Cultura (Secult), entre o secretário João Augusto Gama e o diretor de operações da empresa, Edio José Rodenheber. A reforma acontecerá mediante acordo sociocultural firmado entre a empresa que está construindo a Usina Termelétrica Porto de Sergipe, na Barra dos Coqueiros, e o Governo do Estado. Participaram ainda da reunião o presidente da CEHOP, Caetano Quaranta, o assessor do Governo Oliveira Júnior e a assessora de gestão da Secult, Lucivanda Nunes.
Durante o encontro o secretário Gama demostrou, por meio de uma apresentação, algumas das prioridades que deverão estar no projeto de reforma do teatro Tobias Barreto, nas Bibliotecas Públicas Infantil e Epifânio Dória e no Arquivo Público de Sergipe. “A Celse é uma empresa que veio para ficar em Sergipe, que tenho certeza que quer ter uma participação na sociedade sergipana e nada mais bonito do que isso acontecer na área cultural. Por isso, seguindo a orientação do governador, estamos apresentando as nossas pretensões para que sejam encaminhadas aos executivos da empresa”, informou.
Entre as demandas apontadas pelo Núcleo de Obras e Patrimônio da Secult e pela Companhia de Obras e Habitação de Sergipe (CEHOP) estão a recuperação das fachadas dos três prédios, adequações em acessibilidade, possibilidade de instalação de gradil no Teatro Tobias Barreto e na Biblioteca, revisão nos telhados, adequações de combate à incêndio nas Bibliotecas e Arquivo Público, além de revisões hidráulicas, elétricas e sanitárias em ambos os prédios. O secretário falou ainda da troca das poltronas no Teatro Tobias Barreto e mobiliário nas bibliotecas e revisões nos sistemas de ar condicionado.
Ao final da apresentação, Edio afirmou que foi muito positivo já ter um ponto de partida para apresentar ao grupo de acionistas e assim iniciar as tratativas para contratação do projeto e posterior início das obras. “Para nós da Celse é muito positivo estarmos contribuindo com a cultura, e nossos acionistas estão em pleno acordo, pois acreditam que contribuir com a área cultural é contribuir com a sociedade”, frisou.
Fonte: Secult






