
Tacinho – O Vaqueiro Playboy chega no mercado na música nordestina atraído pelo sucesso que vem fazendo os vaqueiros cantores no Nordeste. Os chamados “vaqueiros atualizados” – vaqueiros que deixaram de cantar apenas o abio e passaram a fazer parte do mercado do forró eletrônico ostentação – vem crescendo no interior nordestino nos últimos anos. Em Sergipe, Alagoas partes da Bahia e de Pernambuco, já é um “pipoco”! Por aqui nós temos Danielzinho – Forrozão Quarto de Milha como um grande exemplo bem-sucedido. A agenda do cara é cheia! Agora, quem arrasta multarão mesmo é o vaqueiro Mano Walter. Este por onde passa a galera corre “para estrelar a taca” junto com ele nos shows.
Seguindo esta nova pegada, Tacinho, já conhecido pelos sergipanos por ter participado de diversos projetos cantando pagode e axé, resolveu seguir o coração e cantar forró. E se engana quem acredita que ele não tem sangue vaqueiro correndo nas veias.
– Sempre ouvi e cantei de tudo. Trabalhei com o Axé e o pagode, mas sempre ouvi e sou sertanejo. Sempre tive o forró em minhas veias. A única coisa que mudou é que no São João eu agora trabalho, não é mais minhas férias. A idealização do forró veio com a necessidade de seguir com o projeto que sempre tive. A ideia do meu nome artístico foi de Beto Caju [Grande produtor e compositor nordestino]. Ele sabia que eu criava cavalos há muito tempo e aí veio a ideia do Tacinho – O Vaqueiro PlayBoy e, assim, minha carreira solo.
Com 20 anos de carreira, o cantor revela que a responsabilidade para manter uma carreira solo é muito maior, já que sempre foi integrante de bandas. Agora, ele mesmo produz seus shows e a parte visual da banda.
– Estou na minha decima banda. Já tinha minhas responsabilidades, mas hoje eu tenho uma carreira solo, o que requer mais dedicação. Decido tudo, do figurino até o repertório. Aparte de venda de shows fica com meu sócio Téo Santana [Empresário do ramo de produção de eventos em Sergipe].
Além de conquistar o show business sergipano, Tacinho sonha alto. Almeja viajar por todo Nordeste (principal centralização dos “vaqueiros atualizados”) e, logo, apresentar sua música e levá-la para todo Brasil.
– O meu desafio é trazer sempre algo novo nesse estilo de forró que a gente faz. Tenho seis composições minhas para lançar nosso primeiro CD, apesar da gente ter Beto Caju como nosso compositor. É algo novo para mim, mas que, Graças a Deus, as pessoas que estão acompanhando meu trabalho – quem viu meu show e quem assistiu meu clipe no TouTube – está gostando. Isso está sendo muito gratificante. Nossa meta agora é divulgar nosso trabalho também fora do Estado. Principalmente para o pessoal do Nordeste que ama vaquejada, nossa tradição.
A agenda do vaqueiro sergipano atualmente está concentrada em Sergipe, Bahia e Pernambuco. Com show confirmado em Rio Real/BA e reservas de shows para serem realizados em muitas cavalgadas no interior sergipano. Além de eventos particulares. Ainda vamos curti a pegada estourada de Tacinho – O Vaqueiro Palyboy muito por aí!
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