
Tati Quebra Barraco foi na manhã desta terça-feira, 10, à Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI), no Rio, para registrar queixa contra as ofensas racistas e os discursos de ódio recebidos em suas redes sociais após a morte de seu filho, Yuri. A funkeira chegou por volta das 9h30 e não quis falar com a imprensa.
O jovem de 19 anos foi morto a tiros durante uma operação da Polícia Militar, em dezembro, na Cidade de Deus, Zona Oeste da capital fluminense.
Além dos comentários racistas que recebeu na web, a cantora também se revoltou com a foto de Yuri morto, que circulou na internet e repercutiu até no exterior. Em conversa recente com o EGO, a artista falou que iria lutar contra o preconceito.
Fonte: Ego






